Edições CNBB tem subsídios oficiais para dinamizar vivência do mês da Bíblia 2022

Setembro foi escolhido pelos bispos do Brasil como o mês da bíblia em razão da memória de São Jerônimo, que é celebrada no dia 30/9. São Jerônimo foi o encarregado por traduzir a sagrada escritura para o latim. Essa versão latina recebeu o nome de Vulgata, que significa “popular” em latim. A versão é referência nas traduções da Bíblia até hoje em dia.

Por que celebrar o mês da bíblia?

 

A bíblia contém o que Deus quer comunicar aos povos em relação ao seu plano de salvação para a humanidade. Ao celebrar o mês da bíblia, a Igreja propõe o convite de aprofundar nosso conhecimento em relação a esse plano e a centralidade de nossa fé: Jesus Cristo.

Em Jesus, podemos contemplar o verdadeiro Deus e o verdadeiro homem, messias anunciado durante o antigo testamento para o povo que caminhava nas trevas. Nesse contexto, nós também somos chamados a redescobrir a manifestação de Deus na história por meio do seu filho, para o qual as sagradas escrituras sempre apontam.

Em 2022, o livro bíblico escolhido para aprofundamento é o de Josué, com a inspiração: “O Senhor, teu Deus, estará contigo por onde quer que vás” (Js 1,9).

Um dos pilares da Igreja no Brasil é o pilar da palavra de Deus, incluído nas diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023), aprovadas pelo episcopado brasileiro em sua 57ª assembleia geral, em Aparecida (SP).

O texto-base

 

A proposta do texto-base é nos aproximar da jornada de Josué pela posse da terra prometida. Também nós, portanto, somos chamados a estudar o livro de Josué, que nos levará a perceber que Deus nunca deixa sem respostas as pessoas e comunidades que a Ele se confiam.

O subsídio encontros bíblicos pretendem indicar roteiros celebrativos que nos conduzirão pelos passos do povo de Israel, rumo à terra prometida. Nesse estudo do livro de Josué, todas as pessoas são chamadas a perceber Deus, que sempre responde seu povo.

Dividido em duas partes, o texto-base traz uma visão panorâmica do livro de Josué e, na sequência, uma reflexão sobre quatro textos específicos do livro de Josué. Sua proposta é, segundo o autor, padre Antônio Carlos Frizzo, aproximar a todos da jornada de Josué pela posse da terra prometida.

Deus sempre esteve próximo dos seus eleitos

 

“Foi preciso selecionar aqueles capítulos com mais densidade e afinidade temática para animar a fé dos homens e mulheres que hoje contam com a palavra para crer que Deus sempre esteve próximo dos seus eleitos”, afirma o presidente da comissão para a animação bíblico-catequética, dom José Antônio Peruzzo.

“Faço votos de que o estudo do texto-base leve o leitor ao livro de Josué e perceba que Deus nunca deixa sem respostas as pessoas e comunidades que a Ele se confiem”, finaliza o bispo.

O Livro de Josué

 

O esforço empreendido pelas tribos israelitas na conquista e ocupação das terras é tema principal do livro de Josué. O personagem principal de todo o livro é Josué, termo em hebraico que significa “o Senhor salva”.

O Senhor é uma divindade que segundo o texto-base, nos tempos de Josué, aparece entre tantas outras divindades, presentes nos cultos das religiões politeístas dos povos vizinhos. Todo o sucesso dos grupos liderados por Josué na conquista e posse da terra está condicionado a realizar a palavra do seu Deus, sem submeter-se também aos cultos estrangeiros.

“Não temos dúvida que esse livro soa como uma catequese para impulsionar o povo na conquista da terra. O livro de Josué é um autêntico testemunho de que Deus realiza a promessa feita ao seu povo Israel. Da escravidão para a posse da terra prometida”, afirma um trecho do texto-base.

Fonte: www.cnbb.org.br

 
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